O sítio já estreou…

Tentará explicar o que teima em ser obscuro (com uma só exceção: a razão de piauí se chamar piauí, até porque não sabemos direito). Mostrará o enredo do que parecia desconexo e fragmentário. Fugirá do academicismo, da vulgaridade, do beletrismo. Tanto que, desde já, está proibido o uso das expressões “governança corporativa”, “tá ligado?”, “home theater”, “recursos não-contabilizados”, “Roberto Justus” e “galera”, a não ser como sobrenome. Ela dará importância ao que, por ignorado, é tido como insignificante. Tratará de achar novidades no que, por esquecido, parece velho ou ultrapassado. A revista não será ranzinza nem chata. Sisudez não é sinônimo de seriedade. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. piauí terá humor, graça.

 

Além do “manifesto” acima completo (“Regozijai! piauí não terá editorial! Aleluia”), no sítio você pode ter uma prévia do projeto gráfico, das seções e dos colaboradores (“Por não ser ruína de templo grego, piauí não terá nem colunas nem colunistas”). E qualquer semelhança com essa revista aqui (parece que até o… “mascote”) não é mera coincidência. 

Agora, modestamente: com tanta divulgação que estou fazendo, já merecia uma assinatura. Libera aí, João!

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3 Responses to O sítio já estreou…

  1. Jorge Wagner disse:

    essa notícia vai ter repercursão no Canção Pobre! rs
    preciso assiná-la o quanto antes para já começar os trabalhos da monografia!

    abs

  2. […] visite o piauí O Julião deu o aviso lá no blog dele: o site da piauí (assim mesmo, com letras minúsculas) já está no ar. Vai lá dar uma olhada. Com um pequeno trecho do manifesto de apresentação, já dá para sentir o clima daquela que, provalvemente, será a melhor publicação jornalística do país nos últimos tempos (e como, no Brasil, qualidade e sucesso não caminham necessariamente lado-a-lado, isso não significa certeza de boas vendas, apesar deste que vos escreve torcer bastante para isso): “(…) está proibido o uso das expressões “governança corporativa”, “tá ligado?”, “home theater”, “recursos não-contabilizados”, “Roberto Justus” e “galera”, a não ser como sobrenome. Ela dará importância ao que, por ignorado, é tido como insignifcante. Tratará de achar novidades que, por esquecido, parece velho e ultrapassado. A revista não será ranzinza nem chata. Sisudez não é sinônimo de seriedade. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. piauí terá humor, graça.” […]

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