Digressões de Rio Branco a Teresina

Só estou esperando acabar a droga do Big Brother Brasil para poder assistir Amazônia, que ainda não estou acompanhando diariamente. E é bom eu ver logo, pois sempre abandono as minisséries da Globo. Não que eu desgoste delas, pelo contrário. Mas sempre invadiram o período de aulas (bom, mas agora não tenho mais faculdade, snif, snif…). O Pedro “Traí o ‘Movimento’” Bial já apareceu na tela. Mas a TV está no mudo.

Vim só ler uns e-mails e me lembrei o quanto estava em falta com o blog. Também, o computador voltou da UTI ontem. Estou ainda reorganizando minha vidinha campineira (para ser logo deixada de lado quando eu for para a selva de pedra paulistana). Finalmente comprei a Piauí de janeiro (e a Rolling Stone e recebi a Trip) e qual não foi minha surpresa quando li meu nome na seção Quem Faz. Calma… é que citaram o acertador do Chantecler de dezembro também na versão impressa.

E não é que chego na banca e tinha uma mulher vendo a Piauí pela primeira vez? Perguntou ao jornaleiro se era nova e quando dei por mim, eu estava metido na conversa. Eu mereço um trampo na redação só pela divulgação gratuita que faço.

A propósito: a capa deste mês é a mais bela até hoje. Para mim, não há nada mais belo que o mar (depois de mulher, é claro). E aquele monte de crianças brincando nas ondas… Vixe… deixa eu parar se não vem nostalgia.

E Amazônia começou. Osmar Prado em cena.

Até.

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