Quando fevereiro foi Abril

Sorte sua se não lê esse blog há algum tempo. No lugar desse post havia uma aberração que eu sequer lembrava de ter escrito. A ocasião em que lavrei aquelas tortíssimas linhas não podia ser mais inadequada. Era madrugada de 27 para 28 de fevereiro. A noite de diversão tinha começado no D. Matilde, um bar na avenida (ou seria rua?) Pompéia, em Sampa City. Eu e meu parceiro de sinuca, Rafael Fujiwara, estávamos com nosso talento sinuqueiro à flor da pele. Até aquele momento, tínhamos ganho cinco partidas seguidas. Foi então que tocou o celular de Thiago Cid.

Nossa colega de Curso Abril, Patrícia Vieira, nos convocava a voltar para a sede da empresa, pois a festa da Playboy, que acontecia naquela noite, havia sido liberada para nós, até então reles mortais sem acesso àquela suntuosa comemoração dos 32 anos da revista. Pagamos nossa conta e fomos comer a carne onde pretendemos ganhar o pão um dia. Chegando no terraço, só víamos gente do Curso.

Vocês são incríveis!

Os bambambans já tinham ido embora e a festa agora era nossa. Três coelhinhas tiravam fotos com os convidados; algumas edições da revista estavam expostas (vi depois uma foto do início da festa e notei que muitas edições evaporaram); tinha Skol Beats, espumante e canapés à vontade. Além de uma decoração composta de “mulheres-capa” de papelão. Entre elas, minha musa do mês: Gracyanne. Apresentei a nova namorada até para Edward e Wania, dois dos responsáveis por eu estar ali.

Findada a festa, descemos para a redação. De uma hora para outra, vários computadores estavam com o YouTube na tela, passando o clipe do funk do Jeremias. Extasiado com aquele momento singular em minha vida, entrei no WordPress e escrevi um trecho da letra da música seguida de uma descrição (com caracteres comidos) da minha felicidade naquele momento. Até hoje à tarde eu jurava que o último texto que havia postado era o que está abaixo.

Comecei a ver mais sentido no fato de nenhum editor ter entrado em contato comigo depois que dei o endereço do blog. Apaguei aquele arremedo de texto, afinal, não preciso de mais registros dos meus surtos de burrice. Nem precisaria de mais registros daqueles dias. Passei por momentos de estresse, não fiz tudo que julgava capaz de fazer, mas convivi num ambiente de trabalho até então inédito para mim (para o bem). Conheci pessoas incríveis e aumentei minha paixão pelo jornalismo.

Onde está Wally?

Na quarta, dia 28, foi a festa oficial de despedida. Apresentamos nossos projetos feitos com tanto suor (literalmente) para depois dançarmos músicas infantis, funks, axés; aquelas músicas que só valem a pena quando se está perto de seus amigos. Sim, posso chamar muitos de amigos. Espero revê-los em breve. E vou fazer de tudo para voltar de vez para aquele prédio na Avenida das Nações Unidas, Pinheiros. Diretores de redação e editores, minhas pautas estão chegando!

MAIS:
* Veja galeria de fotos da festa de encerramento
* No blog do Curso: “Acabou”

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11 Responses to Quando fevereiro foi Abril

  1. Ótimo texto, André. Parabéns! Sucesso pra ti e pra todos nós.

  2. Fábio Dias disse:

    ei ei ei, eu tarra bebeno no inferno
    ei ei ei, essa safada tem que morrê
    ei ei ei, eu tarra bebeno no inferno
    o cão foi quem botô pra nois beber

    hahahahahahaha. abraço, meu guri!

  3. alex disse:

    eu ja passei por isso

  4. Kalleo disse:

    Fala, André! Quando estiver em sp faz uma visita pra gente. Abraços e sucesso, cara.

  5. Nataly disse:

    Baiano… já tô com saudades do meu colega de faculdade que mesmo depois de 4 anos de convivência só virou meu amigo no Curso Abril… Valeu a pena! Hehe.. Valeu a pena Hehe… Sou pescador de ilusões…
    Beijos e sucesso. Tenho certeza que nós encontraremos em grandes revistas… Rsrsrsrs!!! Nataly

  6. naramig disse:

    Ae Bay!! parabéns, cara!!!…

    V c aparece pra gente toma umas!

    Abrass

  7. VALEU MULEKE, REALMENTE IREMOS SENTIR SAUDADES!!

  8. Aline Cornely disse:

    Ae André!
    Adorei te conhecer e amei teu blog!
    Tu é um sarro!!
    Sucesso pra nós 🙂
    Um beijão da gaúcha

  9. […] penúltimo dia do Curso Abril, quando fui me despedir da galera da Super, o editor Leandro Narloch deu em minhas mãos […]

  10. […] ter sido meus primeiros inspiradores para produzir sacadas. Nesse mesmo dia, o Hugo, colega de Curso Abril, responde a um scrap dessa forma: Sou um frila móvel, hehe. Tou fazendo algumas matérias pra […]

  11. […] Vou para a página 3 e dou de cara com um texto de um filósofo entrevistado pelo meu grupo no Curso Abril. Para completar uma série de coincidências, só faltava me ligarem da Abril. Então toca o […]

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