Eu estava lá

Hoje dei uma pausa na minha depressão pós-demissão. Tive a sábia idéia de ir até a banca de revistas do bairro [tem lugar mais rico do que uma banca ou uma livraria?] e que bela surpresa tive quando me deparei com a edição de abril da Superinteressante. Logo comecei a passar as páginas – de trás para frente – e lá estava: minha resenha, publicada na página 108.

Comprei [eles dizem que mandam para todo mundo que escreve na revista, mas será que mandarão para mim, um mero “resenhista”?] e fui folheando no caminho. Mais surpresas agradáveis. Na página 83 leio o nome de um colega de Curso Abril, Renan Rego, fotógrafo de Natal, Rio Grande do Norte. Um dia eu visitava a Abril quando encontrei o Renan por lá e ele me disse que faria um trabalho para a Super. Ta aí.

Nesse mesmo dia, uma menina ruivinha e sua mãe subiam e desciam, perdidas, os elevadores do prédio. Quando estou saindo da redação da Super, aparecem as duas. As fotos da menina estão nas páginas 85 e 87 da revista, clicadas por Renan para uma matéria sobre a maioridade penal.

Então me deparo com a página 94. Eu nem precisaria ter lido para saber que a reportagem era de Celso Miranda. Num sábado [!], ainda durante o Curso, fui me apresentar ao Celso, como parte da missão de fazer o maior número de contatos possível no prédio. Só quando a conversa já passava de uma hora é que fui perguntar o que ele estava fazendo. Era uma matéria sobre o papa, sob encomenda da Super, publicada nesta edição da revista.

Se a sensação de ter publicado um textinho de 500 toques ou de estar presente em algum momento da confecção de uma revista é boa, imagine como não será ver, a cada mês, uma publicação que tem o seu nome em algumas páginas. É tudo que eu preciso. Por isso ainda não desanimei. Busco aquele sorriso involuntário que surge no meu rosto quando vejo algo feito por mim e que outros acharam um trabalho honesto.

Agora vá ler a Super, que é muito mais interessante do que esse blog.

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One Response to Eu estava lá

  1. […] de escola que se forma em Rádio e TV esse ano, sobre o meu trabalho. Ele me parabenizava pela resenha e eu dizia que era só um começo, que ainda não era nada. Então ele manda: Relaxe, rapaz. Rodrigo […]

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