Sacadas

Meus amigos não me deixam desanimar. Enquanto eu os encho com minhas lamúrias, eles me motivam, me comparam e soltam pérolas de tamanho brilho que seria uma ofensa não me reanimar e partir pra luta.

Dia desses, eu conversava com Juninho, colega de escola que se forma em Rádio e TV esse ano, sobre o meu trabalho. Ele me parabenizava pela resenha e eu dizia que era só um começo, que ainda não era nada. Então ele manda:

Relaxe, rapaz. Rodrigo Santoro não teve nenhuma fala em “As panteras” e agora é um dos principais em “300”.

Juninho, junto com outro colega de escola, Miúdo, devem ter sido meus primeiros inspiradores para produzir sacadas. Nesse mesmo dia, o Hugo, colega de Curso Abril, responde a um scrap dessa forma:

Sou um frila móvel, hehe. Tou fazendo algumas matérias pra Abril, juntando pingadinho com pingadinho pra pagar o aluguel no fim do mês, e o pingado de toda manhã…

Nesse mesmo scrap ele me responde a uma dúvida: por que ele “assinava” Hugo Pavan no Orkut, quando durante todo o curso ele foi Hugo Vidotto. Lá vem ele:

Vidotto é para assinar matérias, Pavan é de cunho sentimental, para situações pessoais como o… orkut (????)…

Relendo essas frases vejo que o assunto “trabalho” predomina em minhas conversas, ultimamente. Devo estar enchendo o saco dos meus amigos. No MSN eu conversava com o Jão, colega de faculdade, sobre a importância de ter uma boa sacada para fazer uma grande matéria. Ele fecha o dia citando uma música dos Raimundos [leitura não recomendada para pessoas sensíveis]:

Eu só ando dando sacadas em cus. Sabe como é: ela gosta de saco grande porque quando balança enche o cu de terra.

Depois dessa eu fui dormir dando risada, certo de que eu não tenho do que reclamar.

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3 Responses to Sacadas

  1. Hugo PAVAN disse:

    É, aqui eu uso o Pavan. Ou Vidotto? Todo caso, ótimo posto. Abraço.

  2. Hugo PAVAN disse:

    ERRAMOS: que história é essa de posto? Post, Hugo, post…

  3. Diego Maia disse:

    A foto de “300” que você postou é de uma das cenas mais (involuntariamente) engraçadas do filme.

    Rodrigo Santoro/Xerxes chega por trás de Leônidas e, com sua voz gutural contrastando com o look de Globeleza, diz:

    – “Não é meu chicote que você deve temer”

    O cinema veio abaixo.

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