A gargalhada na política

A morte de Boris Yeltsin trouxe de volta aos telejornais uma rara cena divertida do noticiário político contemporâneo. A reedição da gargalhada que quase mata Bill Clinton de rir diante das câmeras que o enquadravam ao lado do ex-presidente russo, encheu o mundo de nostalgia de um tempo em que os governantes eram no mínimo mais humanos que os poderosos de agora. Bebiam, manchavam vestidos de estagiárias, dançavam, tocavam saxofone, curtiam charutos, davam uns tapas, beliscavam umas e outras, se escangalhavam de rir.

Tutty Vasques fez a melhor síntese do que representou o ex-presidente russo. Aquelas atitudes humanas, demasiado humanas, do presidente beberrão apenas mostravam que os políticos podem ser “gente” também.

O colunista de NoMínimo também revelou um vídeo que eu havia esquecido de procurar, mas que me fez rir só de imaginar a cena descrita no noticiário impresso, que dava conta de que Eduardo Suplicy fez Toninho Malvadeza ficar rosa de tanto rir. O pai do Supla, mais uma vez, leu uma música dos Racionais em sessão do Senado. Só pelo “pá, pá, pááá”, já justificou meu voto nele.

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