Aos alunos do Curso Abril 2008 (e 2009, 2010…)

Um vídeo que Luiz Iria deve mostrar aos bixos, pois fala de infográficos.

Hoje, segunda-feira, 21 de janeiro de 2008, começa mais uma edição do Curso Abril de Jornalismo. Não sou mais um foca (embora tenha taaaaaaaaanto a aprender) e morro de saudades daquele tempo em que tudo era deslumbramento. Para os que chegam, sejam bem vindos. Ainda sinto um pouquinho de ciúmes, mas não posso negar que é importante, também, deixar de ser um iniciante na visão dos mais experientes.

Na época do meu Curso, fevereiro de 2007, não pude escrever tanto aqui. Mas foi o mês que mais aprendi sobre este mundo que é cada vez mais meu. Aqui vão alguns dos poucos posts que escrevi na época, começando pelo meu favorito, claro.

Quando fevereiro foi Abril Jogo de palavras tosco, eu sei, mas estava muito sentimental à época. Um relato da melhor festa do Curso e uma mensagem de esperança para mim mesmo.

Direto da Selva – Sobre a palestra de Kléster Cavalcanti, um dos pontos altos do Curso. Reportagem é com ele: experiências na Amazônia, livros-reportagem e a história de um matador de aluguel.

O Reino e o Poder – Uma reunião de pauta da revista mais influente do Brasil. Ponto alto: os gregos.

Lucro pouco é dinheiro de pinga – Desta vez o título foi de mau-gosto, mesmo. Uma análise bem meia-boca do conceito de rentabilidade da Abril, baseado em resposta de Roberto Civita; um resuminho da palestra de Eurípedes Alcântara, diretor de redação de Veja, e um não-relato da palestra do pessoal da Super. Devidamente (ou quase) revisado.

Aula de economiaO pessoal deste ano provavelmente não terá a palestra do grande Edson Rossi, o cara que mais me ensinou sobre jornalismo em tão pouco tempo (uma palestra, umas duas conversa na redação e uns três e-mails). Bom, a aula do cara foi muito maior do que a lição de economia. O segundo caso continua incompleto, pois, como disse na atualização do post sobre rentabilidade da “firma”, o cálculo foge aos meus parcos conhecimentos.

Duas lições de dois ausentes este ano: “Editar é não se importar” (Denis Russo Bürgieman); “Primeiro meu estômago, depois vossa moral” (Edson Rossi).

Uma boa sorte, meus caros!

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