Porque eu gosto de uma leitura certa

O livro também termina com o autor, nu, em um paraíso nudista. Mas não se trata de A mulher do próximo, o livro de Gay Talese que destrincha a Revolução Sexual do anos 60 e 70 nos Estados Unidos. Aqui, a revolução sexual é de outros tempos: aquela causada pela internet.

Em “Eu gosto de uma coisa errada”, Pedro Doria conta histórias de personagens que, ao mesmo tempo, escondem  a identidade e escancaram a intimidade. De todos, Bruna Surfistinha é a mais conhecida – a reportagem de Doria em NoMínimo foi que gerou as outras que a tornaram uma celebridade –, mas não necessariamente a mais fascinante.

Eu poderia escrever uma resenha, mas as reportagens foram todas – exceto uma – publicadas na internet. O livro é curto, lê-se rápido, ali entre um Thompson arrastado e um Burroughs abandonado. A leitura é prazerosa, com o perdão do duplo sentido. Você faz melhor indo direto na fonte.

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