Para não dizer que abandonei a ‘blogosfera’

4 março 2008

Vez ou outra faço uma “participação especial” como essa, escrevendo sobre Lost e outras coisas específicas em blogs específicos. Lembre-se: ferramenta, não mensagem. Ah, outra participação aqui.

Anúncios

Pisando em ovos

26 fevereiro 2008

Ovos

É, voltei. Mas não se anime tanto. Ainda estou passando por um período sabático. Ando questionando muito a função de um blog como este. Na verdade, já sei: nenhuma. Nenhuma para todos que não sejam o próprio autor. O mais sensato, portanto, seria implodir isso aqui.

Pensei bastante na possibilidade. Juro. Mas quero dar uma chance – às duas pessoas que pediram para continuar, a mim mesmo como escriba (porque já rejeito o rótulo de blogueiro). A gota d’água foram os “blogueiros” presentes na Campus Party. Foi uma experiência profissional ótima – fazer um blog atualizado várias vezes ao dia – e também uma boa oportunidade de rever a função destes sites/cidadãos.

Mais do que nunca acredito que blogs são ótimas FERRAMENTAS, mas não devem ser usados como MENSAGEM. É um sentido antimcluhan: o meio não é a mensagem. “Blogar” por “blogar”, para falar de outros blogs, no way.

Tem muito blogueiro se achando a vanguarda – do jornalismo, da opinião, da sabedoria. A maioria, no entanto, são comentadores. Isso não seria mau se eles se pusessem em seus lugares. Mas teve um cidadão que teve a pachorra de dizer que quer “competir” com Paulo Francis, Veríssimo, Ancelmo Góis… Faça-me o favor.

E o “manifesto” do cidadão é apenas parte de seu discurso. Na Campus Party, o cara falava como se fosse um coitadinho, um injustiçado pela “velha mídia”, um “sou uma puta fonte de informação e ninguém me dá o devido valor”… Patético.

Ando repensando muito a razão disto estar no ar. Mas ao menos sei que, pior do que blog de comentador, é blogueiro que se acha importante. Os caras querem comparar a importância deles com a de autores de blogs que conseguem convocar um debate de presidenciáveis democratas nos EUA!

* * *

Bom, mas chega de tomar seu tempo. Sabe aquele relato do carnaval no Rio? Está guardado, pode ser que apareça por aqui. Meu companheiro de viagem foi meu maior incentivador de que não é preciso/saudável transformar uma experiência em discurso, pois ela fica reduzida a discurso. Agora ele pede que eu publique nossa aventura nestas páginas… Talvez porque, depois de um longo tempo de reflexão (e uma balada bem introspectiva), cheguei à conclusão de que o discurso é parte da experiência. A experiência só é boa ou ruim porque foi relatada, compartilhada.

E é por isso que este blog sobreviveu a essa turbulência que tomou conta da minha cabeça nas últimas semanas. Tenho ainda muitas idéias aqui na mente, mas preciso avaliar até que ponto elas são relevantes para merecer compartilhamento (espalhar mais lixo pela rede é um crime). Escrever para os outros é pisar em ovos.


Palestras sobre blogs estão me mostrando algo cruel:

12 fevereiro 2008

que eu continuo fazendo tudo errado em relação a este blog. Por isso escrevi no outro o definitivo Manual de auto-ajuda do blogueiro iniciante (ou em crise).

Comentem aqui se não puderem lá (é um… pouquinho mais simples)


Campus Party bombando

12 fevereiro 2008

E agora temos um link bem mais fácil de lembrar:

 http://www.abril.com.br/campus-party-brasil/


Estou no Campus Party Brasil, me procure por lá

11 fevereiro 2008

Seguinte, negada:

Ainda (ainda!) devo aquele post sobre o Rio de Janeiro, mas ainda (ainda!) não será agora. A razão, desta vez existe: estou cobrindo o Campus Party Brasil, o maior evento de internet (e uma caralhada de coisas relacionadas ao mundo geek) do mundo. É a primeira vez que o evento acontece fora da Espanha (foram 11 edições lá). Ou seja: é foda.

Me acompanhe nesta semana por aqui (favorita aí). E toma aí o link por extenso, é bem curtinho e sei que vai decorar e falar para os seus amigos.

http://www.abril.com.br/diversao/blog/campus-party-brasil/


Crianças

10 dezembro 2007

 

 

 

Mais dessas e de outras no Chongas, que dizem ter copiado do Ziza.ru.

 

 


Concurso

9 dezembro 2007

Tenha cuidado com um webdesigner, principamente se o senso de humor dele for apurado. Nunca peça um serviço grátis, um “favor” para um webdesigner. Nunca. Aprendi isso da pior maneira posível. Pedi para o Marcão, que trabalha ao meu lado, fazer um topo para o meu blog (tinha a impresão de tê-lo ouvido oferecer o serviço antes, agora vejo que foi uma armadilha). Passei todo um briefing sobre o que eu queria. Olha o que ele me manda:

baianoemsampa-logo.jpg

Clique para ver em tamanho original

 

(O “J” no chapéu é por causa do meu sobrenome, pelo qual sou chamado na “firma”. ) Mas não desisti de tornar este blog mais bonito. Quem mandar um topo com as dimensões 750 x 140 pixels ganha uma banner (vai ter que fazer também) aí na barra lateral (não muito grande, né…) ou o link com destaque. O “briefing” é esse: praia, São Paulo, baiano… Use sua criatividade… E bom senso.